Revista Cobertura | Edição 171 - page 11

fevereiro2016
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revista cobertura
Tokio Marine lança Seguro Pequeno Transportador
CNseg e FenSeg lançam cartilha de Seguro de Garantia Estendida
Produto
desenvolvido
para atender as necessida-
des de empresas de pequeno
porte que realizam serviços
de transporte, o Tokio Mari-
ne Pequeno Transportador
possui diferenciais em suas
condições, tudo de acordo
comas regras do seguro obri-
gatório de Responsabilidade
Civil do Transportador Ro-
doviário de Carga (RCTR-C).
Além de atender a um público que
habitualmente não possui oferta de
seguro adequado ao tamanho de sua
operação, o lançamento é um marco
na história da companhia, que aper-
feiçoou seu sistema de cotação. Após
preencher a solicitação no
Portal Nosso Corretor, a
proposta da cotação já esta-
rá pronta para emissão da
apólice, sem necessidade
de análise do subscritor da
área. “Atenta às necessida-
des do seu público, a Tokio
Marine lança um produto
que irá contribuir para o
dia a dia das empresas que
realizam serviços de trans-
porte. Estamos felizes em desenvolver
este seguro e contribuir diretamente
para o crescimento das operações de
nossos clientes”, afirma o Diretor Exe-
cutivo de Produtos Pessoa Jurídica da
Tokio Marine, Felipe Smith (foto).
Evento realizado no Rio de Janeiro
pela CNseg e pela FenSeg destacou as
ações realizadas pelo mercado segura-
dor em prol da disseminação da ven-
da de seguros em redes varejistas, com
o lançamento da cartilha “Entenda o
Seguro de Garantia Estendida: orien-
tações para o consumidor”, elaborada
pela Comissão de Seguro de Garantia
Estendida da FenSeg.
Na ocasião, a então diretora execu-
tiva da CNseg, Solange Beatriz, abor-
dou a falta de compreensão que pai-
rava sobre a sociedade em relação
ao seguro de garantia estendida. “É
um produto bom, positivo, mas que
não estava sendo bem recebido pe-
los consumidores”, analisou, pontu-
ando a importância da compra mais
consciente. “O consumidor bem in-
formado, com certeza, será um con-
sumidor satisfeito”.
O seguro de Responsabilidade Civil está subdimensionado
Ao olharmos para os últimos
acontecimentos danosos envolvendo
responsabilidade civil no país,
especialmente empresarial, logo
perceberemos o expressivo aumento
das indenizações concedidas a
terceiros pelo Judiciário. Por outro
lado, quando se examina a existência
de contrato de seguro, constata-se
o seu dimensionamento inadequado,
à margem do risco real. Isto porque,
não raro, as coberturas de RC são
concedidas sem considerar o correto
aumento de exposição do segurado.
O resultado é a sua natural frustração,
justo pela impossibilidade de cobrir com
o seguro grande parte dos riscos a que
está exposto.
É preciso perseguir a exata
vulnerabilidade do segurado para
então oferecer a cobertura de RC
mais eficaz, com prêmios, franquias
e limites indenizatórios estabelecidos
rigorosamente dentro da realidade do
risco coberto. Para se conhecer esse
risco com profundidade fática, será
necessária a mudança de postura, com
estudos prévios de campo, bem como
análises técnicas e jurídicas da sua
dimensão, com rigor profissional. Os
tempos mudaram e as oportunidades
exigem pro atividade.
Vale lembrar que os riscos de RC
são bastante amplos, veja o exemplo
dos lucros cessantes a terceiros, dos
danos indiretos, das ações coletivas que
abarcam pleitos volumosos, razão pela
qual somente cobertura de seguro de
RC bem dimensionada seria possível
fazer frente a tamanha exposição.
É passada a hora de se reconhecer
a importância do seguro de RC,
conferindo-lhe necessária autonomia,
dado o volume expressivo do aumento
dos riscos empresariais e pessoais.
Seria desperdício inaceitável conviver
com a sua contratação apenas na
qualidade de sub produto de apólices
empresariais, ou com coberturas
básicas por meio de limites tão baixos.
Sergio Ruy
Barroso de Mello
vice-presidente da
AIDA Internacional
sergiom@pellon-
associados.com.br
Allianz mostra como transportar
cães no veículo
Para destacar os
perigos de um cão
livre no banco tra-
seiro ou simples-
mente separado
por uma tela frágil,
o Centro de Tec-
nologia
Allianz
(AZT), na Alema-
nha, realizou um teste de coli-
são usando cachorros de pelúcia
com tamanho e peso similares aos
animais reais. Se um carro bate a
velocidade de 40 km/h, um ca-
chorro pode se tornar um projétil
perigoso, já que no ar é arremes-
sado pesando 40 vezes mais, ou
seja, pode haver consequências
trágicas tanto ao animal quanto
aos demais passageiros. Carsten-
Reinkemeyer, chefe de Tecnologia
e Segurança de Veículos do AZT,
recomenda proteger cães de até
doze quilos com uma coleira ane-
xada ao cinto de segurança. Os ca-
chorros maiores devem viajar em
caixas transportadoras na parte
traseira do automóvel, já que po-
dem colidir com o banco da frente
se amarrados a coleiras.
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