Revista Cobertura | Edição 171 - page 21

fevereiro2016
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revista cobertura
operadoras
mercado&incentivos
O
ano de 2015 passou e ficou
marcado pelo início da cri-
se que, provavelmente e,
segundo economistas, ainda vivere-
mos por mais dois anos. Porém, há
quem aproveite o choro da maioria
para vender lenços, ou seja, cria
oportunidade de crescimento para
se estabilizar no mercado.
É exatamente o que acontece com
a Ameplan Saúde que, mesmo con-
siderando uma retração do setor,
não deixou de apresentar cresci-
mento no ano passado. “O momento
da empresa é extraordinário. Segun-
do divulgado pela FenaSaúde, tive-
mos uma retração de 0,01%, o que
representa uma perda de 280 mil
vidas, mas nós crescemos 15% no
segmento”, conta o diretor comer-
cial, Laureci Zeviani.
Com crescimento de 37% no ramo
de pessoa jurídica, onde somou 71%
em número de vidas em relação a
2014, ele afirma que para a Ame-
plan a crise chegou da melhor for-
ma. “Para nós, a crise foi bem-vinda,
como estamos posicionados hoje,
somos uma oportunidade para o
mercado, porque estão todos procu-
rando enxugar custos e somos uma
empresa com bom preço e relação de
custo-benefício interessante”.
O desenvolvimento da empre-
sa foi notório, porém proposital-
mente parcial. Segundo Zeviani, a
Ameplan ficou estática no ramo de
pessoa física, com crescimento de
apenas 1% e incremento de 29%
em número de vidas, mas tudo isso
planejado dentro de um escopo es-
tratégico. “Crescemos principal-
mente no ramo corporativo, ficamos
praticamente estagnados na carteira
de pessoa física, mas isso foi calcu-
lado para que não tivéssemos cresci-
mento nessa carteira e crescêssemos
exatamente em pessoa jurídica, que
avançou 15% em relação a 2014”.
Campanhas
Durante o ano de 2015, a campa-
nha de incentivo foi lançada pelo
quinto ano consecutivo, “porque
não temos venda interna, mas sim
terceirizada, e entendemos que é
uma forma positiva de se relacionar
com os canais de vendas”.
A campanha foi válida de janeiro a
novembro de 2015, onde o objetivo
comercial foi alcançado,
além de estreitar o rela-
cionamento com o corre-
tor de seguros. “As metas
foram ultrapassadas. Em
PME chegamos a 112%,
em adesão a 159%, um
total de 128% de obten-
ção de resultados”, enal-
tece Zeviani.
Para 2016, a empre-
sa considera os mesmos
patamares e expectativa
do ano passado, mesmo
com a crise já estabele-
cida em todos os setores do país, já
que fechou 2015 somando 95,5 mil
vidas, um desenvolvimento de 14%
em relação ao ano anterior. “O que
vale para esse ano é o mesmo que
valeu para o início de 2015, quan-
do os indicadores econômicos ainda
eram sinalizadores de queda e estag-
nação, mas falamos para todos que
na crise é ruim para um e bom para
outros, e estamos credenciados para
sermos a parte boa da crise. Acre-
ditamos na nossa marca, que será
novamente oportuno e que não mu-
dará muita coisa para nós em 2016”,
confirma o diretor comercial.
Uma meta para esse ano é alcan-
çar 110 mil vidas e, com isso, apre-
sentar um crescimento de 15%,
sendo 25% no ramo de pessoa física
e 75% em pessoa jurídica. “Para o
mercado de saúde em geral, eu vejo
estagnação, em termos de mercado
não creio que terá recupeção rápida,
mas a Ameplan faz parte das empre-
sas que crescem”, comemora.
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Por Tany Souza |
Ameplan usa a crise para crescer e criar oportunidades
Laureci Zeviani
diretor comercial da Ameplan
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