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Corretor de seguros orienta sobre como escolher a carta de crédito ideal para a compra do imóvel

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11/08/2016 – REVISTA COBERTURA MERCADO DE SEGUROS

Corretor de seguros orienta sobre como escolher a carta de crédito ideal para a compra do imóvel

Inflação em alta, juros maiores e restrição de aprovação de cadastro para financiamento imobiliário. De acordo com o diretor da curitibana Senzala Corretora de Seguros, empresa do Grupo Senzala, André Coutinho, essa combinação torna o consórcio imobiliário um bom negócio para a compra programada do imóvel. “Presenciamos na economia uma retração do crédito, visto que o capital a ser investido precisa ser maior do que o de anos anteriores. Os bancos também estão mais restritos à análise de crédito. Nesse cenário, o consórcio viabiliza o crédito, por meio de taxas bem mais atrativas, prazo reduzido e parcelas menores do que as do financiamento”, analisa.

Coutinho assinala que as cartas de crédito mais comuns no mercado são a partir de R$ 55 mil e vão até R$ 500 mil, com prazo de pagamento de até 200 meses e taxa de administração que pode variar entre 16% e 18%, pagos parceladamente ao longo da vigência da cota. Anualmente, o cliente paga também uma taxa de fundo de reserva de 0,5% e, já no primeiro ano, uma taxa de adesão de 2%. Também existe um pequeno percentual para o seguro de vida, de 0,031%.

O corretor de seguros diz ainda que é mais recomendado usar o consórcio para a compra do imóvel pronto, já que a maioria das seguradoras exige o Habite-se (Certificado de Vistoria de Conclusão de Obras), emitido pela prefeitura, para a concessão do crédito. “Nos casos de aquisição de imóvel na planta, sugerimos que o cliente negocie junto à construtora para que o pagamento total seja feito no momento do registro do imóvel ou da entrega das chaves”, orienta Coutinho.

A programação financeira do cliente também pode ajudar na contemplação da carta de crédito próxima ao momento da entrega das chaves, por meio de lances livres ou fixos. Outra possibilidade é o lance embutido. Ou seja, é possível que o tomador use até 30% do próprio crédito para o lance. No entanto, esse percentual utilizado será descontado quando do resgate dos valores.

O diretor da Senzala Corretora de Seguros chama a atenção para o acompanhamento dos prazos para a liberação do crédito, no caso da compra do imóvel na planta. Isso porque esse processo contempla duas etapas: primeiro a análise do crédito e depois a análise da garantia. “São em média três dias úteis para a primeira etapa. Nesse momento, será solicitado ao cliente, além de documentos pessoais, a comprovação de renda via holerite ou Imposto de Renda. Para a verificação da garantia, é necessário apresentar a escritura e registro do imóvel que se pretende comprar, sendo que uma avaliação do mesmo é solicitada pela seguradora”, descreve.

Definindo o valor da carta de crédito - Quanto ao valor da carta de crédito a ser adquirida para a compra do imóvel, Coutinho diz que, embora não exista um cálculo específico para isso, é importante considerar o impacto da taxa de administração e outros custos de operação no valor final. Tomando-se como exemplo uma carta de crédito de R$ 100 mil, com taxa de administração de 18%, fundo de reserva de 0,5% e taxa de adesão de 2% (paga já no primeiro ano), o saldo devedor será de R$ 120.500,00, mais o valor correspondente ao seguro de vida.

Além disso, é importante saber de onde virão os recursos financeiros para essa aquisição. “Caso o cliente opte por comprar o imóvel somente com a carta de crédito, esta dever ser no mesmo valor do imóvel, mas nada impede que se escolha um crédito menor, complementando o pagamento com recursos próprios ou oriundos do FGTS, por exemplo. É importante lembrar que não é possível usar as duas modalidades de crédito, financiamento e consórcio, para a compra do mesmo imóvel”, alerta Coutinho.

O corretor de seguros lembra ainda que o valor da carta de crédito contratada é atualizado anualmente, assim como o valor da parcela correspondente, com base no Índice Nacional da Construção Civil (INCC). “Essa correção é necessária para manter o valor alinhado com o preço de mercado da edificação, viabilizando a compra no momento da contemplação ou lance”, ressalta. O corretor de seguros explica que o valor da prestação mensal varia conforme o valor do crédito contratado. Uma carta de R$ 55 mil para um prazo de 200 meses, por exemplo, tem parcela mensal de aproximadamente R$ 346,00 mensais, já incluídos nesse valor a taxa de administração, o fundo de reserva e o seguro de vida.

 
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